Nação!
Pois é; lá aconteceu a nossa bonita acção. Este sábado, a partir das 16h, estivemos no Instituto Português do Sangue a reclamar que "o sangue gay também salva vidas" e a confirmar as dúvidas daquilo que temíamos ser realidade.
Não éramos muitos mas conseguimos chegar à conclusão que procurávamos, infelizmente.
E porque este assunto não é um assunto simples; seja porque muita gente se recusa a acreditar que esta situação acontece de facto, ou porque ainda existem muitas pessoas que fingem que isto faz todo o sentido, achámos por bem, desta vez, deixar um testemunho pessoal. Neste testemunho contamos aquilo que se passou, passo a passo, na conversa que tive com uma médica no IPS em Lisboa este sábado. Para ficar como prova, como discussão e como história.
E porque este assunto não é um assunto simples; seja porque muita gente se recusa a acreditar que esta situação acontece de facto, ou porque ainda existem muitas pessoas que fingem que isto faz todo o sentido, achámos por bem, desta vez, deixar um testemunho pessoal. Neste testemunho contamos aquilo que se passou, passo a passo, na conversa que tive com uma médica no IPS em Lisboa este sábado. Para ficar como prova, como discussão e como história.
Versão curta: Confirma-se, este país é um buraco e é verdade que em Portugal os homens gays não podem dar sangue. Ponto. Sem discussão absolutamente nenhuma. Os que, por acaso, o conseguem fazer, é porque ou mentem nos questionários, ou porque volta e meia têm sorte e encontram um médico que se esqueceu de seguir as políticas do Instituto. Esta é prática oficial, diga o IPS o que disser nos seus comunicados oficiais.
Aquilo que vos vou partilhar daqui para a frente foi a minha experiência pessoal deste passado sábado (3 de Novembro) na minha tentativa de doação de sangue na sede do IPS em Lisboa.
