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09 maio, 2013

Bichas Deputadas! (mails arco-íris e invasão do Parlamento)

Caras famílias arco-íris (correntes, futuras, aliadas ou imaginárias)

Este mês de Maio sabem que mês é?

Dica: é um mês onde repetimos a cada 5 minutos a seguinte frase numa entoação zangada:

“Portugal é o único país do mundo onde casais do mesmo sexo podem casar mas não podem adotar!?”

Exacto, Maio, no próximo dia 17, é o mês em que se discutem os projetos de lei do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista referentes à adoção por casais do mesmo sexo na nossa querida Assembleia da República.

O projecto do Bloco inclui ainda a questão do apadrinhamento por casais do mesmo sexo e a Procriação Medicamente Assistida para casais de mulheres. Portanto, a versão arco-íris duplo: a versão melhor.

Neste mês o Bichas sugere então duas acções para sermos politicamente activas: Mandarmos mails aos deputados (modelo de carta sugerido em baixo) e estarmos presente na discussão no Parlamento. Tudo em baixo explicadinho, mas primeiro, como é habitual, as histórias e piadolas do costume.

25 outubro, 2012

Sangue a Ferver - Ação Sábado dia 3!


Internet amiga,

Isto é uma convocatória para uma acção + protesto. O Bichas precisa de vocês e do vosso sangue (a ferver)! ❤

Estamos a chamar-vos, bichas amigas leitoras, e a todas as organizações activistas Queer ou outras nesta Portugália. Os detalhes da acção estão no fim.

Apresentamo-vos primeiro a perspectiva histórica da coisa porque somos bichas organizadas. Aqui vai.

História:
Para aqueles que andam meio distraídos, os homens gays Lisboetas continuam proibidos de doar sangue. Histórias como esta, embora não sendo muitas na comunicação social, acontecem com alguma frequência e todos nós na comunidade queer sabemos bem disto.

E o que está a acontecer com esta exclusão dos dadores de sangue por via da sua orientação sexual é, ou as pessoas que realmente querem dar sangue estão a mentirem sobre a sua orientação sexual (como sabemos que acontece tantas e tantas vezes noutras situações...) para o poderem fazer, ou então simplesmente - porque não se querem sentir excluídas e enganadas estão simplesmente a deixar de o fazer. Em qualquer dos casos, estamos a perder todos. Menos sangue, menos integridade, menos justiça. Ninguém devia de ter de escolher entre ser íntegro e honesto, e poder contribuir para salvar vidas.

Vejamos.